quarta-feira, 26 de abril de 2017

The cat that walked by himself, de Shoo Rayner - Opinião

Título original - The cat that walked by himself
Editora: Orchard
Sinopse: The Cat is the wildest animal in the Wild Wet Woods. But when he sees Man and Woman living in a warm dry cave, he starts thinking about how he can join them.

Opinião:
Esta história é passada nos tempos da "pré-história", muito rudimentares, no qual está a dar-se os primeiros passos na domesticação dos animais.
Um casal vive numa gruta e aceita animais com eles em troca de algo que lhes possam providenciar. 
Até que aparece o gato que caminha sózinho e fica intrigado pelas posses e capacidades dos homens, porém a mulher não o quer lá e tem de arranjar maneira de agradá-la.
Uma pequena história com ilustrações sobre um gato que anda sozinho, e a quem todos os locais são idênticos até se deparar com os humanos. 
Ele deseja poder abrigar-se na gruta, poder estar perto da fogueira e beber leitinho. Enfim faz um tipo de acordo com a mulher.
Uma história sobre como não temos que ser sempre solitários, de vez em quando todos precisamos de alguém.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

My dad's a balloon, de Malachy Doyle e Peter Utton - Opinião

Título original - My dad's a balloon
Editora: Franklin Watts
Sinopse: In this fun, fantasy story, a little girl blows her dad's finger and he becomes a huge
floaty balloon bumping round the sitting room and whizzing round the garden. Will he ever come down to earth?

Opinião:

Apanhei este livro randomly de uma bibliteca na secção infantil e li-o.
Basicamente uma criança tem um pai que, ao soprar o dedo vai enchendo como se fosse um balão de hélio, uma vez que ele ergue-se do solo.
É uma história curta, de rápida leitura, com ilustrações, tornando-a ideal para os mais pequenos ou para crianças que estão a iniciar a aprendizagem da leitura.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Rumpled stilton skin, de Daniel Postgate - Opinião

Título original - Rumpled stilton skin
Editora: Franklin Watts

Sinopse: In this classic fairy tale, retold with a twist, a funny little man with an unusual name appears when the poor cheesemaker's daughter needs his help. He makes her beautiful for a ball, but what will he ask for in return?

Opinião:
Não me estou a recordar muito da obra que influenciou esta pequena história sobre a qual vou escrever hoje. Ou não li nem vi a animação, ou foi há muito, muito tempo. Apenas o que penso saber está relacionado com a série Once upon a time :p
A protagonista trabalha numa loja de queijos e consome muitos deles, alguns dos quais, mal cheirosos. Ao receber um convite para ir ao baile real logo se conforma que com aquele odor desagradável não vai conseguir ir. É aí que lhe aparece um homem com uma proposta aliciante, em troca da sua ajuda ela dá-lhe um presente.
Isto de meter-se em acordos sem saber os termos é uma coisa que tem muito que se diga! Mas também é uma história e se não fosse assim não tinha enredo. Um pequeno alerta.
Esta é uma curta história, com ilustrações e proporciona um entretenimento para a criançada. 
Foi igualmente o livro que permitiu concluir o tópico do TBR Jar challenge, ler um livro infantil.

terça-feira, 18 de abril de 2017

[2017] TBR Jar Challenge 4

Aqui está o seleccionado para o quarto tópico do TBR jar challenge




* Ler um livro infantil (ou infanto-juvenil)

*Challenge accepted!*

Para ver o progresso dos desafios, basta ir ao separador Desafios literários, logo abaixo do nome do blogue, que serão remetidos para o seu respectivo link.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Jogador nº1, de Ernest Cline - Opinião

Título original - Ready player one
Editora: Leya
Sinopse: Cinco estranhos e uma coisa em comum: a caça ao tesouro. Achar as pistas nesta guerra definirá o destino da humanidade.
Em um futuro não muito distante, as pessoas abriram mão da vida real para viver em uma plataforma chamada Oasis. Neste mundo distópico, pistas são deixadas pelo criador do programa e quem achá-las herdará toda a sua fortuna.
Como a maior parte da humanidade, o jovem Wade Watts escapa de sua miséria em Oasis. Mas ter achado a primeira pista para o tesouro deixou sua vida bastante complicada. De repente, parece que o mundo inteiro acompanha seus passos, e outros competidores se juntam à caçada. Só ele sabe onde encontrar as outras pistas: filmes, séries e músicas de uma época que o mundo era um bom lugar para viver. Para Wade, o que resta é vencer – pois esta é a única chance de sobrevivência.
A vida, os perigos, e o amor agora estão mais reais do que nunca.


Opinião:
Já há algum tempo com o livro debaixo de olho e na minha (extensa) lista TBR, Jogador nº1 foi lido juntamente com o grupo em que participo em leituras conjuntas no GR. 
Após uma votação para eleger um stand alone, o livro saiu vencedor. O título teve também o propósito de completar um tópico do meu TBR Jar challenge: * Ler um livro de autor novo para mim.
Tendo lido Cress recentemente, entrei de imediato no mundo que Ernest criou, no qual um bilionário deixa a sua fortuna a quem descobrir o segredo embutido no jogo que desenvolveu. A humanidade fica doida perante tal perspectiva e lançam-se numa corrida para ver quem descobre primeiro.
Um rapaz oriundo de uma família com poucos recursos financeiros, Wade, é um dos que estudam os gostos do falecido, quando se dá conta de que descobriu a primeira pista para a obtenção da primeira chave.
No total são três chaves que abrem três portões e cada um contém uma determinada tarefa a realizar.
Passados cinco anos de tentativas, o sucesso de Wade aka Parzival desencadeia um frenesim e uma caça ao tesouro cujos perigos estão ao virar da esquina e são bem mais reais do que seria esperado de um jogo...
Diferente do que tem passado pelas minhas mãos, Jogador n.º 1 começou por ser algo que achei inovador e inesperado. Mas a verdade é que tanta referência aos gostos do falecido senhor, tornaram a narrativa maçadora em alguns segmentos.
Não me levem a mal, concordo com a opinião colectiva de que a década de 80 foi inigualável porém dei por mim a "ler na diagonal" por diversas vezes, quando era algum trecho mais descritivo (de algo que achava desinteressante).
Contrabalançando este aspecto, a astúcia, as demonstrações de inteligência, o decorrer da "acção" e as amizades improváveis formaram um componente importante, que fizeram toda a diferenca e elevaram a minha opinião acerca desta obra.
Como tanto a acontecer, quem é que não queria encontrar o ovo? Ainda para mais, vai ter adaptação cinematográfica e o Steven Spielberg é apontado como o responsável por trazer à vida este universo digital. Venham vocês e descubram se tiverem curiosidade.